
por Vívian Marler / Assessora de Comunicação do Regional Norte 2
Encerrou nesta quinta-feira (12/2), em Marabá (PA), o Conselho Episcopal Regional Norte 2 – o CONSER N2 2026, que ao longo de três dias debateu sobre as realidades locais específicas no Pará e Amapá, para melhor servir às dioceses e comunidades.
No dia anterior, à noite, uma Celebração Eucarística deu às boas-vindas aos bispos na Catedral de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro. Presidida pelo bispo anfitrião, Dom Vital Corbellini, que em sua homilia falou sobre a Fé em movimento na Amazônia e o chamado à ação e ao toque restaurador de Cristo.
Ao iniciar a celebração Dom Vital saudou os bispos presentes e estabeleceu o tom do encontro, inspirando-se no Evangelho de Genesaret para clamar por uma ‘fé em movimento’ que mobilize a Igreja amazônica em favor dos sofredores, buscando o toque restaurador da misericórdia divina.
“Com palavras de boas-vindas, rogo por proteção a todos os bispos e dioceses do Regional Norte 2, o ponto central da reflexão desta noite pede urgência em ‘tocar o Manto do Senhor”. Ele descreveu como, em Genesaret, “a multidão não esperou passivamente, mas organizou-se ativamente, levando os enfermos para as praças na esperança de alcançar a cura. Este é o primeiro chamado para nós, especialmente em nossa realidade na Amazônia, a fé não pode ser passiva, mas deve ser uma força motriz que organiza a comunidade para levar os sofredores, seja na dor física, social ou espiritual, ao encontro com o Senhor”, afirmou Dom Vital.
O Bispo de Marabá ressaltou a lição sobre a abundância da misericórdia divina “basta um toque humilde na franja do manto para que a graça se manifeste. Esta passagem ensina que a fé sincera é suficiente para acionar a força salvífica de Jesus”
Dom Vital concluiu seu discurso de abertura o desejo de um encontro frutífero, pedindo que a cena do Evangelho inspirasse as comunidades do Regional a se tornarem locais onde a Palavra mova a todos a buscar o toque restaurador de Cristo. “Que a fé perseverante nos mova a tocar o manto do Senhor diariamente”. finalizou, desejando um ótimo e produtivo CONSER.
Os bispos do Regional Norte 2 reúnem-se periodicamente, mas no inicio de cada ano realizam o CONSER em uma diocese ou prelazia a fim de focarem na escuta e avaliação das atividades pastorais, movimentos e serviços que compõem a estrutura do regional. Uma rotina administrativa, um espaço vital de diálogo focado na busca de soluções para as pautas mais urgentes que envolvem o Pará e o Amapá.
O evento, que anualmente rotaciona entre as dioceses da região, já tendo passado por Santarém e Macapá nos anos anteriores, não apenas os bispos regionais, mas a coordenação do Norte 2 como a secretária executiva e o coordenador de pastoral para um momento crucial de comunhão e planejamento estratégico.
Em Marabá deu-se como um momento fraterno, como explicou Dom Irineu Roman, presidente do Regional Norte 2 e Arcebispo de Santarém. “O encontro acontece em meio a fraternidade, é um momento de diálogo, de escuta e de busca de soluções para as questões da Amazônia, que envolve também as questões dos nossos povos, das questões ambientais, enfim, tudo aquilo que nos envolve”, afirmou Dom Irineu. A pauta de discussão cobriu desde os desafios pastorais específicos até as grandes questões ambientais e sociais que afetam as comunidades ribeirinhas e indígenas da vasta região.
O presidente do Regional destacou que o encontro foi marcado por um “momento bonito de superação, de desafios, de encontro, de caminhos”. Ele ressaltou que o apoio mútuo entre os bispos é fundamental para enfrentar as adversidades atuais, reforçando a convicção de que a união é o caminho para encontrar respostas eficazes.
Dom José Ionilton Lisboa, Bispo da Prelazia do Marajó, detalhou os avanços significativos nas políticas de proteção a menores e adultos vulneráveis. O assunto ‘proteção de menores e adultos vulneráveis’ no âmbito eclesial, foi uma das importantes deliberações ao longo dos dias de reuniões, além de confirmar as datas para o aguardado Seminário das Pastorais Sociais, reforçando o compromisso da Igreja no Pará e Amapá com a segurança e o serviço aos mais necessitados.
Dom Ionilton informou que foi constatado um avanço significativo na implementação das comissões responsáveis por este trabalho. “Conseguimos perceber que em quase todas as dioceses e prelazias já existe a Comissão [de Proteção] ou outros nomes que são responsáveis de fazer com que essa proteção aconteça, além de acolher as possíveis denúncias de abusos acontecidos no âmbito da Igreja”, declarou o prelado.
Apesar do progresso, o Conselho aprovou uma nova etapa formativa. Ficou definido que será realizado um encontro de formação específico para os membros dessas comissões. A expectativa é que a Comissão de Saúde Nacional, com sede em Brasília, juntamente com a Conferência dos Religiosos do Brasil – CRB e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, ofereça uma nova assessoria, dando continuidade ao trabalho já iniciado na região para capacitar os responsáveis pela proteção contra qualquer forma de abuso contra crianças, adolescentes, jovens e adultos vulneráveis.
Em um segundo eixo de deliberações, Dom Ionilton confirmou que o Conselho aprovou a realização do ‘Seminário das Pastorais Sociais’, agendado para o período de 19 a 21 de junho. O bispo fez questão de iniciar a divulgação imediatamente, convocando ativamente todos os agentes que atuam em pastorais como a da Criança, Saúde, Carcerária, Pessoa Idosa, Ecologia Integral, Terra, CIMI, Cáritas, Rede Um Grito pela Vida, e outras que servem aos mais necessitados.
O objetivo central deste Seminário é fortalecer a comunhão e o conhecimento mútuo entre as diversas pastorais sociais. “Queremos fortalecer a nossa comunhão, nos conhecer mais umas às outras e trabalharmos em parceria, em comunhão e não [apenas] apoiando o trabalho do outro ou não sabendo o que é que o outro já faz”, explicou Dom Ionilton. A organização promete enviar comunicados detalhados sobre a preparação e participação em breve.
Com o Sínodo em Ação na Amazônia, Dom João Muniz, bispo da Diocese de Xingu Altamira celebra a Igreja em Saída no Regional Norte 2, e destacou a riqueza dos momentos de partilha vividos, afirmando que as dioceses do Pará e do Amapá estão concretizando a visão do Papa Francisco.
O encontro serviu como um termômetro para avaliar a caminhada das diversas jurisdições que compõem a região. Em sua avaliação, Dom João Muniz enfatizou a vitalidade do Regional, descrevendo-o como uma ‘Igreja dinâmica’. A riqueza do momento residiu na troca de experiências entre os bispos, um processo que, segundo ele, edifica a comunidade e fortalece a visão pastoral de cada diocese.
Dom João fez uma conexão direta entre as atividades vivenciadas e o chamado do Santo Padre, o Papa Francisco. “O Santo Padre Papa Francisco nos convidava a sermos uma Igreja em saída e sinodal,” pontuou. A experiência recente demonstrou que este convite está sendo acolhido na prática, traduzindo-se em um caminhar conjunto.
A sinodalidade, entendida como o ‘caminhar juntos’, foi o ponto alto da reflexão. Dom João Muniz salientou que o Regional está vivenciando essa comunhão e não se prende ao isolamento de cada diocese. O interesse genuíno pelas experiências alheias enriquece o corpo eclesiástico como um todo.
Essa abertura, segundo o Bispo de Xingu Altamira, confere maior segurança à Igreja na Amazônia para enfrentar seus desafios específicos. O intercâmbio de boas práticas e o conhecimento das realidades vizinhas são ferramentas cruciais para a evangelização contínua em um território tão vasto e complexo.
O encontro, reafirmou o compromisso do Regional Norte 2 em seguir as diretrizes papais, avançando na evangelização com os olhos voltados para o próximo e mantendo a comunhão como pilar de sustentação diante dos desafios amazônicos.
Em uma diretriz emanada da coordenação do Regional, Dom Ivanildo Oliveira Almeida, bispo da Diocese de Cametá, alertou as equipes da Pastoral da Comunicação (Pascom) sobre a necessidade urgente de aprofundar o estudo das leis que regem a comunicação no Brasil. O foco principal é mitigar o risco de penalidades legais devido ao uso indevido de dados e à publicação de imagens sem o devido consentimento dos fiéis.
Durante as discussões do Conselho um tema de relevância crescente para a vida pastoral foi trazido à tona a conformidade legal das atividades de comunicação da Igreja. Dom Ivanildo fez um apelo direto às equipes de Pascom espalhadas pelas dioceses do Pará e do Amapá, reforçando que o ímpeto de produzir e divulgar notícias não pode sobrepor-se às obrigações legais.
O risco de incorrer em “grave delito” por meio de publicações inadequadas ou uso incorreto de dados pessoais e de imagem foi classificado como pertinente e merecedor de atenção prioritária. A agilidade com que as notícias são produzidas e divulgadas, especialmente em eventos públicos como missas e reuniões, exige um olhar cauteloso sobre as normativas vigentes.
A orientação central emanada é a necessidade de estabelecer um protocolo claro de consentimento público. Dom Ivanildo enfatizou que, em qualquer evento filmado ou fotografado para futura publicação, deve ser deixado explícito ao público presente — seja na assembleia, na igreja ou nas reuniões — que o material gerado será publicado.
“Este olhar sobre a Pascom deve nos envolver para criar e aplicar a normativa e orientações a todos os nossos fiéis quanto às nossas missas e encontros que serão filmados e publicados. Quem pode ou quem não pode, ou quem aceita ou não aceita esse tipo de publicação?”, questionou o bispo de Cametá, sublinhando a importância de respeitar a vontade individual dos participantes.
Este assunto, considerado de “fundamental importância para a vida pastoral”, gerou uma “bela meditação” durante o conselho. A adequação às leis de comunicação não é vista apenas como uma prevenção contra processos judiciais, mas como um ato de cuidado pastoral e respeito à dignidade de cada fiel, garantindo que a evangelização seja feita em conformidade com a justiça. As dioceses agora são convocadas a integrar essas orientações em suas práticas diárias de comunicação.
Dom Antônio de Assis Ribeiro, bispo da Diocese de Macapá, avaliou o encontro dos bispos e o ‘Desejo de Crescimento na Amazônia’. Ressaltou a profundidade do diálogo e da partilha de realidades entre as dioceses do Pará e do Amapá. Destacou a seriedade do processo de estudo da Igreja e a crescente inquietação dos bispos por novas estruturas pastorais para avançar na evangelização amazônica.
O encontro foi descrito por Dom Antônio como um momento ‘muito rico de partilha, de estudo, de reflexão’. Segundo o Bispo, a tônica desses encontros é o enriquecimento mútuo proporcionado pela exposição serena das realidades locais.
Durante as sessões, cada bispo teve a oportunidade de compartilhar sua “realidade existencial”, abordando desde questões pessoais e de saúde até os desafios, dificuldades e sonhos de suas respectivas dioceses. Essa transparência é vista como um fator altamente significativo para a coesão do corpo episcopal.
Um elemento crucial destacado por Dom Antônio foi o clima de liberdade que permeou as discussões. “Os bispos sentem-se à vontade para expressar seus pensamentos e para debater temas alinhados com as orientações da Santa Sé, reforçando o chamado à comunhão. O processo de aprofundamento é tão minucioso que, após a exposição inicial de um tema, outros bispos o ampliam, trazem correções e nuances, manifestando a “pluri dimensionalidade” da questão”, disse.
O Bispo frisou a seriedade com que a Igreja Católica trata seus estudos. “Para teres só uma ideia, nós estamos estudando um tema há três anos, e nesta reunião em Marabá, mais uma vez nós tivemos uma sessão do mesmo tema”. Este rigor demonstra o compromisso em analisar a diversidade de aspectos de cada assunto antes de tomar decisões que impactam a Igreja e a sociedade.
Entre os temas urgentes discutidos, foi dada especial atenção à avaliação do ‘Ano Jubilar’, que foi considerado um evento de grande significado para a renovação da comunhão, o impulso pastoral e o reforço da sinodalidade em todas as dioceses e prelazias.
Dom Antônio revelou, ainda, a contínua reflexão sobre as necessidades cotidianas da Amazônia, inspirada pelo Papa Francisco, “a criação de novas estruturas pastorais, áreas missionárias e, inclusive, a possibilidade de erguer novas dioceses. Essa “inquietação dos bispos” demonstra um desejo cada vez maior de manter uma “presença viva e significativa” em todo o território do Pará e do Amapá.
Em seu balanço sobre a reunião do Conselho Regional, Cristiane Araujo, secretária executiva, destacou a importância de pautas cruciais para a sustentabilidade da ação pastoral, a continuidade da formação baseada na experiência regional e a necessidade de consolidar a estrutura administrativa e financeira para manter ativos os projetos sociais de apoio às pastorais necessitadas.
A Secretária Executiva enfatizou que a questão ‘formativa’ ocupou um espaço central nas discussões. A abordagem adotada é voltada para a partilha de conhecimentos, onde a formação oferecida é constantemente levada em consideração e aprimorada pela experiência prática de como o Regional tem atuado no campo.
Além do aspecto pedagógico, a agenda administrativa e financeira foi tratada com seriedade. Cristiane Araujo ressaltou a importância estratégica de organizar a gestão de recursos para o futuro. O foco está em “criar nosso espaço nos projetos para que a gente mantenha o nosso regional com projetos sociais ativos”, visando oferecer o suporte necessário às pastorais que enfrentam maiores carências.
Este olhar para a sustentabilidade financeira visa garantir que a Igreja continue a ser um agente de apoio concreto nas comunidades, traduzindo a visão pastoral em ações sociais tangíveis e contínuas. A articulação entre a administração e a execução pastoral é vista como a chave para que as necessidades das igrejas locais sejam atendidas de forma eficaz.
A reunião, portanto, delineou caminhos para fortalecer a estrutura interna do Regional, assegurando que a missão evangelizadora seja apoiada por uma base sólida de capacitação e recursos bem geridos.
“Ao encerrarmos nossa recente reunião com os Bispos do Regional Norte 2, levo no coração um profundo sentimento de gratidão e esperança. O dia foi extremamente produtivo e marcado por um clima de intensa fraternidade e compromisso mútuo com a caminhada da Igreja em nossa região. Uma das pautas centrais, e que me coube a honra de apresentar, foi a proposição, a pedido de Dom Vital, Bispo da Diocese de Marabá, sobre a possibilidade de criação de uma futura província eclesiástica em nossa área. Fico satisfeito em informar que esta proposta foi aprovada pelos bispos para a fase de aprofundamento e estudo de sua viabilidade e real necessidade. Este é um passo significativo rumo a um novo desenho pastoral para o Norte 2”, compartilhou o padre Renilson Macedo, Articulador da Pastoral do Regional.
Dentre os bispos do Pará e Amapá, já acostumados com as facilidades e dificuldades debatidas em suas reuniões, esteve presente Dom Júlio Endi Akamine, Arcebispo de Belém, que participou de seu primeiro CONSER na região norte e descreveu o encontro como um momento de grande enriquecimento pessoal. Ele ressaltou a “grande vitalidade da Igreja” na região, apesar dos desafios impostos pelo tamanho geográfico e pelas grandes distâncias, expressando o desejo de que as trocas de experiência auxiliem no governo da Arquidiocese de Belém e na comunhão com as igrejas do Pará e Amapá.
A reunião do Conselho ganhou um novo olhar com a presença do Arcebispo de Belém, para ele a imersão nas pautas regionais constitui uma “experiência muito interessante” e um “momento de grande enriquecimento pessoal”, fundamental para compreender a complexidade do território amazônico sob a perspectiva eclesial.
Dom Julio observou que as igrejas particulares que compõem o Regional Norte 2 são marcadas por características geográficas extremas. Ele destacou os “grandes desafios de mobilidade” e as distâncias imensas que precisam ser transpostas para manter o contato com as comunidades.
Apesar dos obstáculos logísticos, o Arcebispo se disse admirado com a resposta da Igreja local. Ele notou uma “grande vitalidade na vida da Igreja”, caracterizada por uma caminhada intensa de comunhão e participação. A dedicação dos bispos em suas respectivas dioceses foi um ponto alto de sua primeira avaliação. “Todo o trabalho que eles têm realizado ao longo de todo este tempo [é admirável]”.
O Arcebispo de Belém vê a participação no CONSER como um investimento direto na sua missão episcopal. A troca de experiências e o conhecimento aprofundado da realidade do Regional Norte 2 são vistos como ferramentas essenciais para otimizar o governo da própria Arquidiocese de Belém e fortalecer os laços de comunhão com todas as igrejas irmãs da região.
Ao finalizar o primeiro encontro anual dos bispos do Norte 2, em Marabá, Dom Irineu Roman, presidente do Regional, proferiu uma mensagem de união e esperança. Ele destacou que a fraternidade e o diálogo mútuo são a base para superar os desafios pastorais, sociais e ambientais que a Igreja enfrenta no Pará e no Amapá.
O Bispo descreveu o encontro como um “momento muito bonito, de partilha e também de escuta”, focado na avaliação das atividades pastorais e dos serviços regionais. A atmosfera de diálogo e fraternidade foi fundamental para a busca de soluções conjuntas. “Este encontro foi realmente um momento muito bom para todos nós, porque faz bem e nos apoiamos mutuamente diante dos desafios que estamos enfrentando”, declarou Dom Irineu. Ele reforçou a convicção de que a união, baseada na comunhão, participação, escuta e diálogo, é o caminho mais seguro para resolver os problemas mais sérios enfrentados pela Igreja local.
Mas o encontro dos bispos do Regional Norte 2 não ficou restrito a reuniões e partilhas. Na quarta-feira, em meio ao lazer e profunda convivência fraterna, o grupo juntamente com a equipe organizadora do CONSER, na Diocese de Marabá, suspenderam as deliberações formais para uma imersão na realidade da Serra dos Carajás, no município de Parauapebas. A comitiva percorreu Eldorado dos Carajás e Curionópolis, sendo calorosamente acolhida na Paróquia Nossa Senhora de Nazaré pelo padre Cosme e seus colaboradores, antes de conhecer as riquezas ambientais e industriais locais, visitando a FLONA Carajás e o BioParque Amazônia. Este dia de enriquecimento cultural e ambiental, marcado por um almoço na Paróquia Cristo Rei, oferecido pelos padres Hudson e Iramar, culminou no ponto alto espiritual da jornada, a concelebração da Santa Missa na Paróquia São Sebastião. A liturgia foi presidida por Dom Julio Endi Akamine, Arcebispo de Belém, e concelebrada pelos demais bispos, presbíteros e diáconos, contando com a ótima participação do povo de Deus, selando o espírito de comunhão que norteia o Conselho, antes de um jantar final oferecido pelo padre Patrick Fernandes e o retorno a Marabá.
Os bispos do Regional Norte 2 da CNBB presentes no CONSER 2026 foram Dom Vital Corbellini – bispo da Diocese de Marabá, Dom Irineu Roman – presidente do Regional Norte 2 e Arcebispo de Santarém, Dom José Maria Chaves dos Reis – Bispo da Diocese de Abaetetuba e vice-presidente do Regional, Dom Antônio de Assis Ribeiro – Bispo da Diocese de Macapá e secretário do Regional, Dom Johannes Bahlmann – Bispo da Diocese de Óbidos, Dom Carlos Verzeletti – Bispo da Diocese de Castanhal, Dom Jesus Maria Cizaurre Berdonces – Bispo Emérito da Diocese de Bragança, Dom Ivanildo Oliveira de Almeida – Bispo da Diocese de Cametá, Dom Jesús María Mauleón – Bispo da Prelazia do Alto Xingu-Tucumã, Dom João Muniz Alves – Bispo da Diocese Xingu Altamira, Dom Julio Endi Akamine – Arcebispo de Belém, Dom Raimundo Possidônio da Mata – Bispo da Diocese de Bragança, Dom Wilmar Santin – Bispo da Prelazia de Itaituba, Dom Paolo Andreolli – Bispo Auxiliar da Arquidiocese de Belém e Dom Teodoro Mendes Tavares, Bispo da Diocese de Ponta de Pedras e os membros da coordenação Cristiane Araujo, secretária executiva e padre Renilson Macedo, coordenador de pastoral.
A Diocese de Marabá foi a anfitriã do CONSER N2 2026 através de seu bispo Dom Vital Corbellini, teve apoio institucional para a realização das atividades do evento e contou com o padre Cícero Edvam Magalhães, da Paróquia Nossa Senhora de Fátima; padre Matheus Barbosa, da Paróquia São José Operário e LadyAnne de Souza, coordenadora da Pastoral da Educação diocesana e regional.
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