por Vânia Sagresti / Pascom Diocese de Castanhal
fotos Jandeson Boni

“A Igreja “Comunhão” expressa o imprescindível envolvimento de todos na celebração litúrgica. Nesse lugar, o tempo é de trânsito e não de posse; é de concentração em vista de uma fecunda dispersão da semente do Evangelho.” Obra: Catedral de Castanhal, p.100

Quarta Feira de Cinzas, data que dá início ao ciclo quaresmal, a majestosa Catedral Santa Maria Mãe de Deus esteve repleta de fiéis para a Celebração Eucarística presidida por dom Carlos Verzeletti, bispo da Diocese de Castanhal.

Reunidos ao redor da Mesa da Palavra e da Comunhão, os presentes foram acolhidos pelo celebrante que explicou o sentido de receber as Cinzas e o que significa viver esse tempo de penitência, buscando a conversão em preparação à Pascoa do Senhor, e procurando o sacramento da Reconciliação, que acontecerá em todas as paróquias, nos denominados “mutirões de Confissões”.

Na homilia, o celebrante expressou sua alegria, mas, também, sua perplexidade, por essa presença maciça de fiéis não acontecer na Páscoa, pois, a presente manifestação não teria nenhum sentido se ela não levasse à Celebração Pascal. Além disso, ele falou da Campanha da Fraternidade 2026: Fraternidade e Moradia, como um sinal de preparação para bem viver a Quaresma: ‘um convite a olhar para os irmãos que não têm uma moradia digna, não tem casa, vivem em casebres. Sinal de que, ainda, não estamos numa plena civilização, sinal de que a nossa realidade é marcada por profundas desigualdades sociais’.

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