
por Vânia Sagresti / Pascom Diocese de Castanhal
fotos Jandeson Boni, Larissa Maciel, Cícero Pereira, Everardo Freitas e Jodelma Reis
O verso “Ó, abre alas, que eu quero passar…”, de Chiquinha Gonzaga, primeira marchinha de Carnaval, no ano de 1899, vai além de um simples pedido para abrir caminho, ela é um clamor de abertura para a alegria, a liberdade e a celebração coletiva que, similarmente, definem o Carnaval. Na antiguidade o Carnaval, festa pagã, se caracterizava, numa subversão de papéis, sob máscaras e adereços; os partícipes trocavam de papéis: os pobres em ricos, os ricos em pobres. A pirâmide das classes sociais era inversa; vivia-se uns dias de utópica unidade social.
Distante da folia, dos bailes, dos blocos e das canções que embalam o Carnaval, esteve reunida, em diferentes ambientes, localidades e ranchos, a Juventude das paróquias de toda a Diocese de Castanhal, nos seus já tradicionais Retiros de Carnaval com Cristo.
Com o tema: “Vós sereis minhas testemunhas” At. 1,8, quando Jesus incumbe aos discípulos a missão de evangelizar e na contextualização, também, do Plano de Pastoral 2025-2029, o setor Juventude preparou equipes, orientando no desenvolvimento de conteúdos em diversos subtítulos.
A programação constou de dinâmicas de convivências entre jovens, na Igreja e no meio social; com tempos reservados à adoração do Santíssimo Sacramento e Celebrações Eucarísticas. Conferencias, ministradas por diversos colaboradores, entre esses: padres, diáconos e leigos, deram aos jovens a oportunidade de conhecer o caminho de fé preparado por Jesus aos discípulos, a sua proposta para eles, hoje, e para todos nós.
O bispo dom Carlos fez um longo trajeto para encontrar todos os retirados nos diferentes pontos geográficos da Diocese. O desafio das estradas, em meio ao inverno amazônico, fortalecia o seu desejo de encontrá-los. A juventude é o povo amado, em especial, pelo Bispo, e a ela, sempre, dispensou atenção, comentando que a transição etária, os fatores sócio culturais e o que aprendem no acesso às Redes Sociais, implicam no seu desenvolvimento intelectual e ético.
Na sua Carta Pastoral 2026: “movidos pelo Espírito, preparemos o Caminho do Senhor”, dialogando, conclamou os jovens a considerar PRE PAR AÇÃO – preparação, uma palavra indispensável para o bom êxito da própria vocação, seja qual for. Prova indiscutível dessa preparação foi o próprio Jesus que,no silêncio e no escondimento de Nazaré, sem pressa e sem nenhuma impaciência, dedicou 30 anos de sua existência terrena, antes de iniciar a missão que o Pai lhe confiara; 30 anos de preparação para 3 anos de missão!
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