por  Seminario Maior Bom Pastor / Diocese de Cametá
foto Ana Luisa Sousa e Ediellen Borges Arnaud de Siqueira / Comunidade Sagrada Família / Paróquia de Santana

Ainda é vivo o contentamento que tomou conta da comunidade católica na festa dos 25 anos do Seminário Maior Bom Pastor, da Diocese de Cametá. Os dias passaram, mas a alegria da celebração segue pulsando entre os fiéis, como se o tempo não tivesse pressa em apagar o que foi vivido.

A abertura ocorreu em 24 de abril, com missa presidida por Dom Jesus Maria Cizaurre, bispo emérito da Diocese de Bragança. Na homilia, ele fez uma pausa para revisitar o passado e refletiu sobre sua própria participação na história do seminário — uma trajetória entrelaçada com a da casa desde os primeiros passos. Foi um momento de memória viva, que deu o tom de gratidão para tudo o que viria. Ali já se podia recordar o que o salmista ensina: “Ide por todo o mundo, pregai o Evangelho a toda criatura”. O Bom Pastor, sustentado por essa convicção ao longo de duas décadas e meia, oferece um testemunho concreto dessa verdade.

No dia 25, a missa foi celebrada por Dom José Maria Chaves, bispo da Diocese de Abaetetuba. Foi uma celebração forte, extensão, das que não se medem pelo relógio, mas pela intensidade da liturgia e pela entrega da assembleia. Na homilia, Dom José Maria trouxe uma reflexão sobre a vida sacerdotal a partir de suas próprias histórias, partilhando experiências que tocaram fundo os presentes. A missa teve um ritmo vigoroso e prendeu a atenção do início ao fim, numa demonstração de fé que ficou na memória de quem participou.

O ponto alto veio no dia da festa, com a missa presidida por Dom Ivanildo Oliveira Almeida, bispo da Diocese de Cametá. Na homilia, ele reverenciou a história de 25 anos do seminário, os frutos colhidos e os tantos padres formados naquele chão. Suas palavras deram o tom exato de gratidão e esperança que a data pedia.

Para que tudo saísse com o brilho visto nos três dias, houve uma mobilização silenciosa e dedicada. Benfeitores, vocacionados, equipes de liturgia e música, além de quem cuidou da estrutura, trabalharam juntos e esse esforço coletivo apareceu em cada detalhe, do altar aos bancos da capela.

Os 25 anos do Bom Pastor não representam apenas um marco interno da comunidade. São duas décadas e meia de contribuição para a Igreja na região, com padres que saíram dali para servir em paróquias, missões e dioceses por todo o estado. Uma história que se escreve no cotidiano de muita gente.

 

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